segunda-feira, 28 de junho de 2010

Review: Prince of Persia

Prince of Persia
1993
Acção
1 Player
Texto: Alberto
Revisão: Lena

No momento em que um filme baseado no primeiro jogo que saiu para as consolas da Sony (Prince of Persia the Sands of Time) é lançado nos cinemas arrasta consigo o surgimento de um novo jogo: Prince of Persia the Forgotten Sands. Que melhor altura para fazer a review do jogo que tudo começou? Na altura o ainda simplesmente chamado: Prince of Persia. Um jogo criado por Jordan Mechner e que viu agora o seu sonho, de ver o jogo no grande ecrã, realizado!
A história é simples: o Sultão da Pérsia teve de se ausentar para participar numa guerra. Na sua ausência, Jaffar conseguiu um plano para chegar ao poder, forçando a filha do Sultão a casar com ele! Mas pelo meio a princesa apaixonou-se pelo nosso intrépido personagem, que tendo sido preso nas catacumbas pelos lacaios de Jaffar, terá de se empenhar para impedir o avanço deste plano maléfico!
Jaffar concede uma hora à princesa para esta se decidir a casar com ele (ou então a morte). E é realmente de uma hora que dispomos para transpor os 12 níveis que nos afastam de Jaffar!!
A versão de Mega CD foi produzida no Japão, e a história é-nos apresentada em várias animações, mas de uma péssima qualidade! Com desenhos horríveis e voz dos actores de fazer rir de tão má que é! Mas o que conta em Prince of Persia é a jogabilidade, e essa está toda lá!! Como já referi, o jogo é composto por 12 níveis, que funcionam num misto de plataformas, com puzzles aliados a alguns combates. Nota-se claramente que o jogo transpira novidade e magia, para a época em que saiu, com vários conceitos inovadores, como o jogo ter um tempo limite, o facto de iniciarmos o jogo desarmados ou nos colocar mais que um caminho/solução à nossa disposição!
O início do jogo é confuso e com muitas mortes anunciadas, até nos conseguirmos adaptar ao gameplay! O nosso personagem corre por defeito, precisa de tempo/espaço para parar, isto num jogo cheio de armadilhas e quedas fatais! Mas depois de esse passo conquistado e dominado, entramos num jogo fabuloso! Extremamente difícil, mas não o suficiente para nos afastar. É um jogo que nos prende e desafia a cada passo! O nosso personagem pode dar passos cautelosos, saltos enormes e segurar-se nas plataformas, para evitar quedas ou chegar a plataformas superiores.
O design do jogo foi trabalhado, e na versão Mega CD os indicadores de vida deixam de ser triângulos sem sentido, para poções. Poções que no jogo foram também trabalhadas para se identificarem mais facilmente as diferenças, bem como a identificação com a nossa barra de energia. Curiosamente em termos gráficos a versão Mega CD é extremamente pobre a comparar com outras! Não que seja errado, visto que realmente numas catacumbas as pedras são cinza e não terão vários adereços que teríamos numa casa. A música foi trabalhada para ser mais "persa" em comparação com outros sistemas, e resulta bem, apesar de irritar um pouco por ser demasiado repetitiva!
Os 60 minutos, mais a jogabilidade aproximada ao real mais a dificuldade resultam numa combinação explosiva. Que até, anos antes de Kojima, já integrou no jogo elementos "exteriores" tais como os de Psycho Mantis ou a necessidade de verificar a caixa para a frequência correcta! O jogo oferece ainda opções de velocidade e guarda os melhores tempos, um bónus atractivo!
Prince of Persia envelheceu muito bem, mas não deixa de ter as suas falhas: a jogabilidade extremamente difícil, nem sempre sendo reactiva aos comandos do jogador, a música repetitiva e cansativa e os combates aleatórios que por vezes nos fazem ter de repetir um nível várias vezes. A versão de Mega CD sofre ainda de um bug que denominei "árvore de natal", pois alguns pixeis volta e meia desatam a piscar (não influenciando o jogo) dando um efeito caricato.
A versão Mega CD tem uma luta adicional com Jaffar no fim do jogo e digo-vos que vale a pena derrota-lo pela fantástica imagem que temos depois de o derrotar: a história pode ser bem má no início do jogo, sendo até irónica da pobreza da animação, mas o final é realmente digno de ver!
Vão jogar, seja qual for a versão, não se arrependerão!


7/10

Double Take:
A versão de Mega Drive do jogo é, curiosamente, extremamente melhor em termos gráficos e de detalhe. A sequência inicial da história é muito boa, apesar de o fim ser mau, ao contrário da Mega CD! A jogabilidade na Mega Drive é muito mais brusca (rápida) tornando o jogo ainda mais difícil!! Apesar de as lutas serem mais acessíveis na versão de cartucho. Ambas as versões têm os seus pontos positivos e negativos, parecendo-me por isso irrelevante ter as duas versões.
1/5

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Leilão "sortudo"

Apenas por "bid fever" licitei num leilão de 5 jogos com um valor muito baixo. Nunca esperando ganhar, mas parece que todos os outros estavam distraídos e lá ganhei os 5 jogos que agora recebi. Alguns têm uns riscos mas todos funcionam na perfeição! São eles:

Brutal paws of fury
Chuck Rock 2
Dracula Unleashed
Sherlock Holmes
Sherlock Holmes vol. 2

segunda-feira, 21 de junho de 2010

PressPlayPorto

Este fim de semana estive nesta loja nortenha e fiquei deveras agradado.
Espaço bom, disposto de uma forma simpática com muitas memórias por todo o lado.
Recomendo a todos os retro lovers e amantes de videojogos!
Eu lá contribui e comprei 2 jogos para a Mega CD em excelente estado:
Formula One World Championship e Tomcat Alley.

sábado, 12 de junho de 2010

Review: Hook

Hook
1993
Plataformas
1 Player
Texto: Alberto
Revisão: Lena

Hook é um filme de Steven Spielberg e funciona como uma sequela à história original de Peter Pan. Peter cresceu e é agora um advogado, casado e pai de dois filhos: Jack e Maggie. Peter esqueceu tudo o que viveu na Terra do Nunca, mas quando os seus filhos são raptados por Hook, é confrontado com o seu passado e um regresso à Terra do Nunca é inevitável, se quer salvar os seus filhos.
Os Rapazes Perdidos são agora liderados por Rufio, um rapaz que o "velho" Peter terá de desafiar para reconquistar a sua espada e iniciar a busca pelos seus filhos...
A história do jogo baseado no filme Hook é exactamente a mesma, estando bem transferida sem perder sentido ou inventar uma história paralela! Controlamos assim Peter ao longo de 10 níveis de plataformas cheios de inimigos.
Os gráficos do jogo não são nada de especial, parecendo utilizar poucas cores, que transformam o jogo em algo pouco colorido para um jogo de plataformas. Os níveis são fiéis ao universo da Terra do Nunca, não sendo muito extensos nem enfadonhos! Apesar de apresentar sempre vários adversários no ecrã, o jogo é bastante fácil e não demorará muito a que qualquer pessoa o passe. A facilidade joga a seu favor pois Hook é o tipo de jogo para nos entreter numa tarde aborrecida. A grande falha do jogo é a sua jogabilidade, pois a Sony Imagesoft decidiu colocar vários comandos num botão quando poderia perfeitamente utilizar todos os botões do comando da consola. Temos assim o botão de correr e ataque no mesmo tal como saltar e voar, sendo a diferença entre ficar a pressionar ou dar só um toque ligeiro!
Depois de nos habituarmos aos controles, o jogo torna-se agradável e competente, apesar de nunca deslumbrar! Os boss de final de nível são sempre bastante fáceis e com apenas três ataques são eliminados!
O ponto forte do jogo é a nível do som! Todos os diálogos são falados e a banda sonora dos níveis do jogo é a mesma do filme! Com muita boa qualidade na conversão, a música de John Williams preenche o jogo, dando-lhe outra cor e leveza!
Hook é um jogo do qual gosto, pela simplicidade e por se colar verdadeiramente à história original, incluindo as cenas finais. O jogo tem algumas cutscenes mas estas são de muito pouca qualidade.
Um jogo de plataformas agradável, mas sem deslumbrar em nenhum ponto (excepto na música)!


6/10

Double Take:
Hook versão Mega CD é igual à versão da Mega Drive, com a excepção dos diálogos e da música (que recomendo ouvirem). Por isso a única razão para comprar a versão CD é mesmo a música!
2/5

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Compras Abril/Maio

Devido a greve verificada nos correios ingleses apenas agora recebi jogos comprados faz tempo:

Blackhole Assault e Hook;

Próximo que vou fazer review ;)

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Ranking após torneio de apuramento para 3º membro da equipa nacional

Com apenas 10 jogadores a participar as mexidas são poucas.
João foi o jogador que mais pontuou, em contrapartida a Fátima foi quem mais pontos perdeu!
Aqui fica:

Alberto Campos 1677
Dário Pelixo 1649
Ferdinand Menendez 1634
Pedro Bragança 1612
Jorge Esteves 1587
Luis Xavier 1570
Filipe Semião 1553
João Pires 1551
David Magueijo 1536
Arsénio Ferraz 1532
Fátima Campos 1527
Armando Dias 1511
Ricardo Carvalho 1504
Pedro Mendes 1494
Pedro D. Mendes 1484
Hugo Vieira 1480
Orlando Silva 1455
Ricardo Faria 1452
Tiago Figueiredo 1451
Vitor Sousa 1449
David Ferrão 1433
Diogo Oliveira 1432
Tiago Pedro 1428
Sandro Souto 1425
Paulo Barros 1417
Nuno Folhadela 1410
Carlos A. Xavier 1409
Pedro Dantas 1406
Flávio Esteves 1403
Francisco Espadinha 1397
Fábio Henriques 1397
Jessica Vieira 1396
Márcio Costa 1384
Pedro Barbadinho 1381
Joana Hamrol 1362
Luis Lourenço 1361
João Barbadinho 1351
José Chança 1348
Carlos R. Xavier 1344
André Saraiva 1343
Vitor 1341
Fábio Batista 1337
André Carvalho 1335
João Ricardo 1332
André Bernardo 1330
Mário Carvalho 1328
Elisio Figueiredo 1326
Nicolas Oliveira 1324
Vanda Campos 1315
Aida Campos 1313
João Sousa 1307
Liliana Braz 1306
André Tavares 1304
Joana Rita 1304
Gonçalo Jorge 1293
Artur Queiróz 1273
Maria Helena 1272
Maria 1265
Jorge Rocket 1245
João Mechas 1232